Um blog de poemas que não querem ficar esquecidos

22
Fev 11

Há muito que não te escrevo

E há muito que não te sonho...

 

Lembro-me vagamente

Da maneira como a tinta

escorria da minha mente,

 

agora seca e de bico áspero.

 

Há muito que não te sinto

E há muito que não te tento...

 

Antes a toda a hora

Agora a espera feita em demora,

 

Dias, fiquem onde sempre

Vos veja eternamente

Na estante do meu quarto,

 

Amor, guarda-me um cantinho

No teu livro pergaminho,

Para me leres ao deitar.

 

Traz-me poemas imensos,

De textos extensos,

Onde eu possa encadernar

 

A minha luz interior,

Que no teu escuro tem a cor

De poesia no luar.

 

 

by Ruben Teixeira

 

"Obrigado a tudo o que inspira"

publicado por r-de-rir às 14:40

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